quinta-feira, 12 de maio de 2011

Gravação de Caixa-Preta do voo 447 não será divulgada, diz BEA

O BEA, escritório francês que apura as causas do acidente com o voo AF 447, anunciou nesta quinta-feira que as conversas dos pilotos gravadas numa das duas caixas-pretas do Airbus A330 que se acidentou no Oceano Atlântico jamais serão divulgadas à imprensa ou às famílias das vítimas. As caixas-pretas chegaram nesta manhã em Paris, onde a partir da tarde já começarão a ser manipuladas pelos investigadores.

"É um assunto muito sensível. Está fora de questão divulgarmos as conversas. Isso não foi jamais feito antes", disse o diretor do BEA, Jean Paul Troadec, durante coletiva de imprensa realizada na sede do órgão. "As conversas normalmente têm uma carga emocional muito pesada. Vamos utilizá-las como um elemento técnico essencial para compreender as causas do acidente, mas não há por que as divulgarmos."

As caixas-pretas foram apresentadas à imprensa e às famílias das vítimas poucas horas após chegarem à França. Uma contém as informações técnicas do voo, como os últimos procedimentos realizados a bordo, e a segunda é a gravação das conversas na cabine entre a tripulação. Alain Bouillard, chefe da investigação, anunciou que o BEA não vai revelar detalhes sobre a análise das gravações e dos destroços do avião antes do final das investigações - o que só deve acontecer, no mínimo, no início do ano que vem.

"Agora vamos entrar num longo processo de estudo de todas as peças recolhidas. É uma operação que não se conta em dias: se conta em semanas, em meses", afirmou Bouillard. "Estimo que apresentaremos um relatório da investigação no início de 2012."

As caixas-pretas permanecem guardadas em dois recipientes de vidro e imersas em água desmineralizada, a fim de evitar o processo de corrosão do material. Envoltas por diversas camadas de proteção, os cartões de memória encontram-se no interior das caixas-pretas - que na realidade são laranja.

Hoje à tarde, os especialistas do BEA abrirão os dois gravadores. Em seguida, retirarão os cartões de memória, semelhantes a uma placa de computador. As memórias passarão em seguida por um processo de secagem, por cerca de 12 horas. Após esse período, os técnicos vão inspecionar os possíveis danos que tenham afetado os equipamentos e tentarão fazer as reparações necessárias, antes de enfim repassar o conteúdo das gravações diretamente para um computador.

"Até segunda-feira, vamos saber se vamos poder ler as gravações contidas nas caixas-pretas", informou Troadec. "Estamos muito otimistas. Aparentemente, elas estão em bom estado e poderão ser lidas."

Informações Importantes

Dados preliminares das investigações feitas pelas autoridades francesas revelaram que falhas dos sensores de velocidade da aeronave, conhecidos como sondas Pitot, parecem ter fornecido leituras inconsistentes e podem ter interrompido outros sistemas do avião. As sondas permitem ao piloto controlar a velocidade da aeronave, um elemento crucial para o equilíbrio do voo. Mas investigadores deixaram claro que esse seria apenas um elemento entre outros envolvidos na tragédia. Em julho de 2009, a fabricante anunciou que recomendou às companhias aéreas que trocassem pelo menos dois dos três sensores - até então feitos pela francesa Thales - por equipamentos fabricados pela americana Goodrich. Na época da troca, a Thales não quis se manifestar.

Brasil

Além dos especialistas do BEA, participarão do procedimento de abertura, tratamento e leitura das caixas-pretas o coronel brasileiro Luis Claudio Lupoli, em nome do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa), funcionários da construtora das caixas-pretas, Honeywell, e representantes da Justiça e da polícia francesa. Todos os passos da manipulação das caixas-pretas serão gravados.

"Nós faríamos tudo exatamente como eles estão fazendo. Temos confiança plena no trabalho que está sendo realizado pela França", afirmou Lupoli. O coronel vai permanecer na França por tempo indeterminado para acompanhar o restante das investigações.

A análise de outras peças resgatadas do fundo do oceano, como a cabine de pilotagem, as turbinas e os motores, também ajudarão a esclarecer as causas do acidente. As sondas de velocidade pitot, cuja falha é apontada como o principal fator que levou à pane do avião, ainda não foram encontradas.

Jean Quintard, procurador-adjunto da República do Tribunal de Instâncias em Paris, ressaltou que a Justiça e o BEA levam duas investigações paralelas, embora troquem informações constantemente. "Vamos acompanhar de perto cada passo dessas análises, de hoje à tarde até a divulgação do relatório final, apontando os responsáveis pelo acidente", assegurou.

As operações de resgate de corpos e peças precisam acabar, no máximo, até 9 de junho, quando o navio Ile de Seine deve ancorar em Dacar, no Senegal. Da embarcação, os especialistas operam o robô Remora 6000, que a quase 4 km de profundidade captura os elementos que serão em seguida trazidos à superfície. Todas as peças e corpos recuperados serão levados à França.

Fonte: meionorte.com

Cia's Aéreas Brasileiras 2011


A Avianca Brasil confirmou nossas expectativas e anunciou os Airbus A318. A Trip recebeu seu Embraer 190 direto da Embraer, além da confirmação das operações da Mais Linhas Aéreas e da MAP Linhas Aéreas.

Empresas domésticas:

Azul Linhas Aéreas:

10 Embraer 190

19 Embraer 195

05 ATR 72-200

Este ano chegarão os primeiros ATR 72-600, no segundo semestre, além de 9 novos jatos da Embraer.

Avianca Brasil:

01 Airbus A318-121

03 Airbus A319-115

14 Fokker 100 (MK 28)

Está prestes o segundo Airbus A318-121, prefixo PR-AVK, devendo ainda receber outras 13 aeronaves do mesmo modelo, conforme anúncio da empresa em 10 de maio.

Gol Transportes Aéreos

33 Boeing 737-700NG

64 Boeing 737-800NG

Em 2011 chegam mais 2 Boeing 737-800NG SPF; Em 2012 mais 4 Boeing 737-800NG SPF; Em 2013 mais 2 Boeing 737-800NG SPF; Em 2014 mais 4 Boeing 737-800NG SPF e em 2015 mais 6 Boeing 737-800NG SPF.

PumaAir

02 Boeing 737-322

01 Boeing 767-300ER arrendado da VRG para operar a linha de Luanda.

TAM Linhas Aéreas

24 Airbus A319

85 Airbus A320

08 Airbus A321

19 Airbus A330-200

02 Airbus A340-500

03 Boeing 767-300ER

04 Boeing 777-300ER

Soma-se a este número mais 5 ATR 42-300, 2 Airbus A319 e 1 Airbus A320 da Pantanal. Dois ATRs serão devolvidos em 2011 e até 2012 mais nenhuma dessas aeronaves integrarão a frota Pantanal. Sobre planos futuros da frota TAM, a empresa espera receber em 2011 mais 3 Airbus A319, 1 Airbus A321 e 1 Airbus A330 em maio. Em 2012 chegarão 4 Boeing 777-300ER e 7 Airbus da família A320, além da devolução de um Airbus A340; Em 2013 chegarão 2 Boeing 777-300ER, 5 Airbus da família A320 e o último A340 é devolvido; Em 2014 chegarão 2 Boeing 777-300ER, 3 Airbus A330 e 4 Airbus A320. Em 2015 chegam mais 2 Airbus A330 e 6 Airbus A320. Entre 2016 e 2018 espera receber 22 Airbus A320neo, 10 aeronaves da família A320 (podendo ser A319, A320 e A321).

VRG Transportes Aéreos (VARIG) - Grupo GOL

09 Boeing 737-700NG

09 Boeing 737-800

04 Boeing 767-300ER

Webjet

23 Boeing 737-300 e espera receber em breve mais uma aeronave do mesmo modelo.

A Whitejets, de fretamento, possui um Airbus A310-300 e um A320-200.
Empresas regionais:

Abaeté: 2 Embraer 110

Mais Linhas Aéreas: 02 Fokker 100 encomendados

MAP Linhas Aéreas: 01 ATR 42-312

Meta: 2 Embraer 120

NHT: 6 Let 410

Noar: 2 Let 410 mais um encomendado

Passaredo: 3 Embraer 120, 1 ERJ 135 e 12 ERJ 145.

Sete: 5 Cessna 208B Caravan e 1 Embraer 120

Sol: 1 Let 410

Team: 3 Let 410

Trip: 11 ATR 42-300, 7 ATR 42-500, 13 ATR 72-212A (Série 500), 2 ATR 72-212, 9 Embraer 175 e 5 Embraer 190. Deve receber mais 15 aeronaves este ano, incluíndo 6 Embraer 170 e 9 Embraer 190. Em 2012 começam a chegar 5 ATR 72-600 e 5 Embraer 190, além de outras 3 aeronaves que farão com que a frota fique com 70 aeronaves ao final do próximo ano.
Empresas cargueiras:

Absa: 3 Boeing 767-300ERF

Air Brasil: 1 Boeing 727-227F

CargoBis: 2 Boeing 757-200F encomendados

MTA Cargo: 3 Douglas DC-10-30F

Mega: 1 Cessna 208B Caravan

Rio Linhas Aéreas: 6 Boeing 727-200F. Encomendados 1 Boeing 727-200F e 2 Boeing 767-20oF.

Sideral: 1 Boeing 737-300F

SP Cargo Air: 1 Boeing 727-200F encomendado

TAF: 1 Boeing 727-200F e 4 Cessna 208, sendo um da versão 208A e três da versão 208B

Total: 3 ATR 42-500 e 6 Boeing 727-200F

Varig Log: 2 Boeing 727-200F, 1 Boeing 737-400F e 1 Boeing 757-200F. Deve receber mais um Boeing 737-400F e um 767 Cargueiro ainda em 2011.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

França recupera primeiro corpo da tragédia do voo AF 447

Uma equipe de resgate conseguiu recuperar o primeiro corpo dos destroços do voo Rio-Paris da Air France que caiu no Atlântico em 2009, provocando a morte de 228 pessoas, anunciou a polícia francesa nesta quinta-feira. Segundo uma fonte, o corpo que foi levado à superfície ainda está em seu assento e em estado de decomposição, depois de ter passado quase dois anos a uma profundidade de 3,9 mil metros. Os restos mortais foram analisados a bordo de um navio e serão transferidos para Paris na semana que vem para uma eventual identificação. A equipe francesa está na área próxima ao último local de contato da aeronave com os radares. Com o auxílio de minissubmarinos, conseguiu recuperar as caixas pretas do voo, que podem revelar o que provocou a tragédia.

Fonte: Terra


começa operação para resgatar corpos do 447

Técnicos franceses começaram nesta quarta-feira (4) a operação de resgate dos corpos dos passageiros do voo 447 da Air France que caiu em junho 2009 com 228 pessoas a bordo quando fazia o trajeto entre Rio de Janeiro e Paris, informaram fontes ligadas à busca citadas pela imprensa francesa.

Segundo a emissora "France Info", a operação é "delicada" devido às condições em que é realizada, dois anos depois do acidente e a cerca de 3,9 mil metros de profundidade nas águas do Oceano Atlântico.

A oportunidade de resgatar os corpos das vítimas, segundo o jornal "Le Figaro", não foi recebida de forma unânime pelos familiares, divididos entre os que desejam resgatar os corpos para enterrá-los e os que preferem deixá-los no oceano.

Esta operação começa um dia depois de os investigadores encontrarem a segunda caixa-preta do avião, na qual estava o dispositivo que grava as informações de cabine.

A primeira caixa, que grava a atividade dos instrumentos de voo, foi encontrada no domingo passado, e o estado exterior de ambas "é bom", como indicou Jean-Paul Troadec, diretor do Escritório de Investigações e Análises (BEA) encarregada das pesquisas.

Embora o achado do material seja considerado "um grande passo para a compreensão do acidente", resta saber se será possível resgatar os dados de seu interior, pois há o receio de que o óxido e a pressão a quase 4 mil metros de profundidade tenha danificado os instrumentos de gravação.

Fonte: Globo

terça-feira, 3 de maio de 2011

Marrone Sofre acidente

Boletim médico divulgado ontem pelo Hospital de Base de São José de Rio Preto (438 km de São Paulo) no início da noite afirmava que o cantor Marrone estava internado, em observação, na Unidade de Tratamento Intensivo (UIT). O helicóptero Esquilo PT-HMU, modelo AS50, — que é de Marrone — tinha saído de Curitiba (PR), seguia para São Paulo e parou na cidade para reabastecer quando caiu na tarde de ontem. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação da aeronave é regular. Segundo a assessoria do hospital, os médicos decidiram internar Marrone na UTI devido à gravidade do acidente. No entanto, de acordo com o boletim, o cantor teve ferimentos leves, não corre risco de morte e seu estado é estável. O capitão da PM Marcos Vinícius Baracho, comandante da base do Águia na cidade, — que atendeu a ocorrência —, afirma que o motor do helicóptero perdeu potência logo após decolar do aeroporto, bateu em uma árvore e caiu no recinto de exposições do município, a cerca de 1 km do aeroporto. Além de Marrone, estavam na aeronave Jardel, primo e secretário do cantor, e o piloto Almir Carlos Bezerra. O cantor Bruno não estava no vôo. A dupla fez show no domingo (1º) em Curitiba e, segundo a assessoria, Marrone visitaria sua filha em São Paulo. Bezerra teve o pé esquerdo decepado e passa por uma cirurgia para reconstrução na Santa Casa. Segundo o hospital, ele não corre risco de morrer.

Fonte: R7.com

Saudações!

É com muito prazer que a família "Asas do Tocantins" saúda com boas vindas nossa mais nova membro, Srta. LEONIZA LIBERATO.
Sinta-se em casa.

"Voar é preciso"

Equipes de busca acham segunda caixa-preta de jato da Air France

Equipes de busca vasculhando o leito oceânico no nordeste da costa brasileira recuperaram a segunda caixa-preta do jato da Air France que caiu no Atlântico em 2009, afirmaram autoridades nesta terça-feira.

A descoberta do gravador de áudio, dois dias depois que o gravador de dados do avião foi resgatado, deixa os investigadores ainda mais perto das razões que causaram o acidente. O equipamento deve ter registrado o som das conversas dos pilotos da aeronave durante os momentos finais do voo.

"A equipe de busca localizou e identificou o gravador de voz do cockpit às 21h50 GMT (18h50 pelo horário de Brasília) de segunda-feira, 2 de maio de 2011", afirmou a agência de investigação de acidentes aéreos da França, BEA.

"Podemos agora esperar descobrir o que realmente aconteceu nas próximas três semanas", disse o ministro dos Transportes da França, Thierry Mariani, à rádio RTL. A caixa-preta foi embarcada às 23h40 (horário de Brasília). Uma porta-voz do BEA disse que o equipamento será levado para a França provavelmente até o final desta semana.

Uma fotografia do gravador no site da BEA mostra um dispositivo cilíndrico laranja brilhante que parece arranhado e danificado, mas intacto.

"O lado de fora parece estar relativamente bem conservado", disse a porta-voz, acrescentando que só será possível saber se o equipamento terá utilidade quando ele for aberto, o que só acontecerá na França.

O jato Airbus A330-203 caiu no mar quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris em meados de 2009. O avião atravessou uma tempestade antes mergulhar no mar, matando todos os 228 passageiros a bordo.

A descoberta das duas caixas-pretas aconteceu depois de quase dois anos de buscas intermitentes numa área de 10 mil quilômetros quadrados de leito oceânico.

Teorias sobre o acidente se concentraram em um possível congelamento de sensores de velocidade do avião, o que produziu leituras inconsistentes antes que a comunicação com a aeronave fosse perdida.

Fonte: Bol Notícias