sexta-feira, 26 de março de 2010

Monomotor com duas pessoas cai em Anápolis

O Corpo de Bombeiros foi acionado às 8h50 de hoje para socorrer vítimas de acidente aeronáutico em Anápolis. Um monomotor com duas pessoas caiu nas proximidades do aeroporto civil da cidade. Segundo o solicitante, as vítimas estão conscientes. Viaturas de busca, salvamento e resgate estão a caminho do local.

As vítimas da queda do monomotor em Anápolis, na manhã de hoje, foram conduzidas ao Hospital de Urgências do município. As duas pessoas estavam conscientes, mas apresentavam estado de choque psicogênico e pequenos ferimentos externos pelo corpo. Segundo informações da gerência do Aeroporto Municipal de Anápolis, o monomotor Cesna 210, prefixo PT-AKS realizava voo local em treinamento quando caiu. A equipe de salvamento isolou o local e as autoridades competentes foram acionadas para as investigações das causas do acidente.

Fonte:Diário da manhã - GO

quinta-feira, 11 de março de 2010

Exército Brasileiro em Luto

Acidente com helicóptero do Exército deixa quatro mortos em Corumbá (MS)

A queda de um helicóptero causou a morte de quatro militares do Exército, por volta das 21h50 de quarta-feira (10), em Corumbá (MS). Nesta quinta, o Exército informou que o acidente ocorreu durante um exercício e que as causas serão investigadas.
Morreram dois capitães, um sargento e um cabo. A aeronave -modelo Esquilo- pertencia ao Destacamento do 3º Batalhão de Aviação do Exército (Dst Av Ex), sediado em Campo Grande.
Em nota, o Exército lamentou a queda do helicóptero e informou que "está empenhado em prestar todo o apoio necessário às famílias dos militares vitimados pelo acidente".

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Imagem do Dia

Notícias da Aviação Nacional

Bimotor cai em BH e mata duas pessoas.

Duas pessoas morreram na queda de um bimotor, na manhã desta sexta-feira (26/2), na Serra do Curral, próximo à mineradora Vale, em Nova Lima, na Grande Belo Horizonte. Segundo o Corpo de Bombeiros, não houve explosão e a identificação das vítimas será feita pela perícia.

A hipótese mais provável para a queda do avião, segundo o Corpo de Bombeiros, seria a falta de visão provocada pela forte neblina na região. Policiais militares do 36º Batalhão, do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e do grupo de radiopatrulhamento aéreo foram encaminhados ao local.

De acordo com a Polícia Militar, como o local é de difícil acesso, foi necessário um helicóptero para chegar aos destroços da aeronave. Segundo as primeiras informações, o avião é do modelo Cessna Aircraft 310R.



Rota
A assessoria do Aeroporto da Pampulha confirmou que o bimotor partiu de Belo Horizonte, às 6h27, com destino ao município de Leopoldina, na Zona da Mata. O acidente teria ocorrido no trajeto de volta para BH. O prefixo que identifica o avião, segundo o aeroporto, é PT-OID.

Conforme a polícia, também não existe possibilidade de comunicação por telefone celular na área, por falta de sinal.



(Fonte: Portal Uai e Karina Novy/TV Alterosa)



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Douglas DC-3

DC-3 é o avião mais importante de todos os tempos. Precisa falar mais?

Nenhum reconhecimento ao Douglas DC-3 pode ser maior do que o fato que após 60 anos de seu primeiro vôo, mais de 400 continuam em serviço comercial mundialmente.
Sua resistência, simplicidade e economia são três características que definem este verdadeiro ícone da história da aviação.

O desenvolvimento do DC-3 começou em 1932. A TWA enviou à alguns fabricantes um pedido de desenvolvimento de uma aerronave capaz de fazer frente ao sucesso do Boeing 247, que a United Airlines acabara de colocar em operação.
A Douglas Aircraft de Long Beach, Califórnia, apresentou como resposta o Do
uglas DC-1(Douglas Commercial-1), um monoplano metálico de asa baixa, bimotor e de trem escamoteável.
Em 1933 decolou em seu primeiro vôo de testes. Posteriormente aperfeiçoado, ficou conhecido como Douglas DC-2, tendo feito seu primeiro vôo em julho de 1934 e finalmente, entrando em serviço comercial nas cores da TWA. Sucesso instantâneo, superando o rival Boeing 247.

Em desvantagem na dura competição pelo mercado doméstico norte-americano, a American Airlines solicitou à Douglas que desenvolvesse uma versão maior e com maior capacidade que o próprio DC-2, capaz de realizar vôos transcontinentais noturnos, com serviço leito. O avião resultante, conhecido como DC-3 (ou DST - Douglas Sleeper Transport) voou pela primeira vez em dezembro de 1935, tendo uma capacidade para 24 passageiros ou então 16 passageiros em camas.
Nascia um clássico. nas palavras de C. R. Smith, presidente da American, "este é o primeiro avião da história que é capaz de ganhar dinheiro".

Logo, o DC-3 transformou-se na espinha dorsal das frotas das empresas dos Estados Unidos. Além do conforto, o DC-3 tinha uma qualidade essencial, a rentabilidade, que traduziu-se em mais de 430 unidades vendidas até 1941, incluindo-se nesse total mais de 100 para o mercado externo.

A entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra em 1941 teve um efeito importantíssimo no destino do já bem sucedido DC-3. As exigências da Força Aérea do Exército dos Estados Unidos para um avião de transporte encaixaram-se perfeitamente nos DC-3 já em produção, levando à sua adoção como transporte padrão da USAAF. Foi batizado pelos militares como C-47 Skytrain e pela Royal Air Force inglesa de Dakota.
Durante os anos da Guerra, foram construídas mais de 10.000 unidades para os Estados Unidos e seus aliados, incluindo-se aí unidades produzidas sob licença na Rússia, os Lisunov Li-2.

Ao final do conflito,havia um grande número de excedentes de guerra. Estes eram vendidos por preços inferiores a cinco mil dólares no mercado civil. Assim, nesse período, estima-se que 95% de to
do o tráfego aéreo regular era feito nas asas dos DC-3/C-47!

Raras foram as empresas entre 1945 e meados da década de 60 que não chegaram a ter pelo menos um exemplar do tipo.
As primeiras unidades do DC-3 eram motorizadas por dois motores a pistão Wright GR-1820-G5 Cyclone de 920hp cada, logo substituídas pelos motores Pratt & Whitney R-1830 Twin Wasp, com 1000hp. Uma terceira versão, equipada com motores Wright Cyclone G-102 foi comercializada como DC-3B. Após a Guerra surgiu uma versão conhecida como Super DC-3, com fuselagem maior e motores mais potentes. Porém teve pouco êxito comercial, tendo apenas um pequeno número construído para a Marinha Americana e conhecido como R4D8.

Das mais de 10.500 unidades produzidas nos Estados Unidos, somadas às quase 2000 fabricadas sob licença, centenas continuam em operação, realizando desde vôos panorâmicos e transporte de carga ou até mesmo vôos regulares de passageiros.

O DC-3 iniciou uma das mais importantes dinastias dentre os fabricantes comerciais de aeronaves, com seus sucessores DC-4, DC-5, DC-6 e DC-7, seguidos pelos jatos DC-8, DC-9 e DC-10. A Douglas reinou absoluta até o surgimento do "vingador" da Boeing, na figura do lendário 707. Mas isso já é outra história.

Ficha Técnica:
Comprimento: 19,66
Envergadura: 28,96
Altura: 5,16

Motores/Empuxo: 2x PW R-1830-92 Twin Wasp(1200hp)

Peso max. decolagem: 12.700
Velocidade de cruzeiro: 266km/h
MMO/VMO: 346km/h
Alcance: 2.420

Tripulação Técnica: 2
Passageiros: 32

Primeiro vôo: 17.dez.1935
Encomendados: 10.629 +2000
Entregues: 10.629 +2000

Postagem by Cmt Ari Jr.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Imagem do Dia

DC-10 30

Notícias da Aviação mundial

Monomotor faz pouso forçado em rodovia dos Estados Unidos

Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na segunda-feira (22) em uma rodovia interestadual próxima à cidade de Reno, em Nevada, nos Estados Unidos. Após um problema no motor, o piloto foi obrigado a fazer o pouso de emergência a poucos quilômetros do aeroporto da cidade.

Além do comandante Joseph DuRousseau Jr, a aeronave levava três passageiros que vinham de uma missão humanitária no México. Todos saíram ilesos do acidente.

DuRousseau, 60, que também é chefe do corpo de bombeiros local, disse que estava tentando trocar o uso dos tanques de combustível quando o motor teve problemas e não conseguiu ser religado.

Ele afirmou que o tráfego na rodovia estava tranquilo e que os motoristas o ajudaram a pousar. “Eu vi apenas uma abertura no tráfego e desacelerei”, contou.

O avião monomotor Cessna 172, prefixo N7499A, andou cerca de 30 metros antes de parar no meio da rodovia. O tráfego no local foi desviado por várias horas, depois do pouso.

Fonte: UOL Notícias (com informações da agência AP) - Foto: Ryan Coulter (JetPhotos)