quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Porta-Aviões

USS Nimitz
(CVN-68)

USS Nimitz (CVN-68) é um gigantesco porta-aviões nuclear norte-americano da classe Nimitz*. Com uma tripulação de mais de seis mil homens (incluindo o pessoal da aviação), esta impressionante máquina de guerra desloca entre 101 e 104 mil toneladas a uma velocidade máxima de trinta nós. Assim como os demais porta-aviões da classe Nimitz, o USS Nimitz foi desenvolvido e construído pelo estaleiro Newport News Shipbuilding, de propriedade da Northrop Grumman, e tem como missão prioritária ataque a alvos em terra e a guerra anti-superfície. O USS Nimitz começou a ser construído em 22 de Junho de 1968 e entrou em operação em 13 de Maio de 1972.

Participou de muitas guerras e operações militares desde então e continua em operação.


A propulsão do navio vem de dois reatores nucleares de água pressurizada fabricados pela General Electric, que acionam quatro turbinas de 260.000 hp (194 MW). Para situações de emergência possui quatro motores diesel de 10.720 hp (8 MW). O USS Nimitz possui diversos sensores, sistemas de radar e sistemas de controle de tráfego aéreo, dos quais podemos citar o SPS-48E 3-D, o SPS-49(V)5 2-D, o Mk 23, o SPN-46, o SPN-43B, o SPN-44, o Mk 91 NSSM e o Mk 95.
Os navios da classe Nimitz de super-porta-aviões são os maiores navios de guerra do mundo. Todos os navios desta classe são porta-aviões nucleares (CVN). Estes navios são numerados pelos números do casco, consecutivamente a partir de CVN 68.

Curiosidades:

O USS Nimitz (CVN-68) é o líder desta classe, inserido no serviço em 1975. Desde 2004, está a ser contruído nos estaleiros de Newport News, em Northrop Grumman, o USS George H. W. Bush (CVN-77), décimo e último da classe, e entrou em serviço em 2008. O USS George H. W. Bush (CVN-77) constitui assim o primeiro navio de transição para uma nova classe de porta-aviões (Classe Ford) cuja construção foi agendada para 2007 e incorpora novas tecnologias como novos sistemas de radar multi-função, arquiteturas abertas de redes de informação, e uma redução significativa da tripulação mínima. Ainda, numa tentativa de reduzir os custos, alguma da tecnologia foi incorporada no USS Ronald Reagan (CVN-76), embora seja muito pouca quando comparada àquela que foi incorporada no USS George H. W. Bush (CVN-77). Devido às diferenças na construção dos três primeiros navios (Nimitz, Eisenhower e Vinson) e os últimos sete (Theodore Roosevelt e seguintes) estes últimos são por vezes referidos como sendo porta-aviões da classe Theodore Roosevelt, embora a Marinha dos EUA não tenha estabelecido qualquer diferença entre ambos modelos. Pela tonelagem, a classe Nimitz compõe, de longe, a maior classe de porta-aviões alguma vez construídos. Quando o Bush estiver completo, os dez navios da classe irão totalizar um agregado de um milhão de toneladas.



domingo, 4 de outubro de 2009

Tucanos da FAB no Aeroporto de Palmas-TO




Aqui um flagrante de um grupo de aviação da FAB, que recentemente fez uma parada técnica, no aeroporto de Palmas-TO.

O aeroporto de Palmas, apesar de não ser também uma base aérea, muitas vezes recebe aeronaves da FAB, em trânsito para outras cidades.






Nessa ocasião, estavam estacionadas 5 aeronaves Super Tucano.
O Super Tucano representa a combinação de um turbo-hélice, com aviônicos e armamentos de última geração.

Cmte. Aldo



Aeroportos Brasileiros


Aeroporto de Palmas

Brigadeiro Lysias Rodrigues

Palmas - TO - Brasil


O aeroporto ocupa um dos maiores sítios aeroportuários do Brasil e possui localização privilegiada, próxima à Usina Hidrelétrica de Lageado.
Elaborado com a moderna concepção de comunicação visual, o novo Complexo Aeroportuário de Palmas abriga o aeroshopping, um programa desenvolvido pela Infraero com o objetivo de dotar os principais aeroportos brasileiros de verdadeiros centros comerciais com marca e identidade próprias.
O terminal de passageiros possui área construída de 12.300 metros quadrados e capacidade para atender até 370 mil passageiros por ano. Tem praça de alimentação, espaço cultural, lojas comerciais, terraço panorâmico, elevadores e climatização de ambiente.
A pista de pouso e decolagem está pronta para receber aeronaves do porte de um boeing 767. São três pistas de táxi aéreo e pátios de aviação geral para dar mais flexibilidade às operações.

O aeroporto conta com completa infra-estrutura que inclui torre de controle e instalações para o Grupamento de Navegação Aérea; seção Contra-Incêndio, com abrigo para viaturas, refeitório e salas de treinamento; dois terminais de combustíveis para abastecimento de aeronaves; portão com controle de acesso eletrônico, guaritas, estacionamento e edificações de proteção ao vôo, além de um acesso viário de mais de 4km que liga o aeroporto à principal avenida da capital tocantinense.

NÚMEROS

Complexo Aeroportuário.
Sítio Aeroportuário-Área: 23.739.952,00 m²
Pátio das Aeronaves-Área: 41.360 m²
Pista-Dimensões(m): 2.500 x 45 m
Terminal de Passageiros-Capacidade/Ano: 370.000
Área: 9.600
Estacionamento-Capacidade: 307 vagas
Estacionamento de Aeronaves - 24 posições


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

F-14 "Tomcat". A ultima vez!


Após o cancelamento do problemático F-111B, a USN ficou na desconfortável posição de não ter um substituto para o F-4 Phantom II. A Grumman já havia destinado muitos esforços ao F-111B e usou tal experiência num novo avião de geometria variável das asas (Model G-303), selecionado em janeiro de 1969. Tal projeto resultou no F-14 que até hoje, após mais de 25 anos, ainda é um grande caça.
O F-14 foi desenvolvido para substituir o
F-111B da General Dynamics, uma versão naval do avião de intervenção táctica da Força Aérea dos Estados Unidos. Orientado para a protecção aérea da frota, o F-111B provou ser pouco manobrável, pesado e, no geral, mal concebido para operações baseadas em porta-aviões, o que levou ao seu cancelamento em 1968.
O Tomcat foi considerado como um caça de superioridade aérea e
interceptador sem compromisso, encarregado da defesa dos grupos navais contra os aviões da Marinha Soviética armados com mísseis de cruzeiro. Estava equipado com o radar de longo alcance Hughes AN/AWG-9 originalmente desenvolvido para o F-111B, capaz de detectar alvos do tamanho de bombas a distâncias além dos 160 km (100 milhas), conseguindo perseguir 24 alvos e atacar 6 em simultâneo. De origem, o armamento primário do F-14 era o míssil AIM-54 Phoenix, capaz de focar um alvo até 200 km (120 milhas), embora este tenha sido retirado do serviço a 30 de Setembro de 2004. O F-14 era o único avião a carregar esta arma, que foi desenhada como parte integral do sistema bélico do Tomcat. Armamento de médio alcance é garantida pelo AIM-7 Sparrow de radar semi-activo, apoiado por mísseis guiados por infravermelhos AIM-9 Sidewinder e uma única metralhadora M-61 Vulcan de 20mm para combate cerrado. O F-14 foi concebido com alguma capacidade de combate ar-terra, embora esta vertente não tenha sido explorada até o final da sua carreira; Os Tomcats são agora equipados com o sistema de detecção de alvo LANTIRN para poderem tirar partido das bombas guiadas por laser e outras armas de precisão. Alguns F-14 são também equipados com o sistema TARPS (do inglês Tactical Air Reconnaissance Pod System), constituindo assim a única plataforma de reconhecimento táctico da Marinha.
O único país além dos EUA a utilizar o F-14 é o
Irã, quando em 1976 começou a receber as primeiras aeronaves de um total de 80 encomendadas - juntamente com 424 AIM-54A Phoenix - para fazer frente aos velozes MiG-25 Foxbat da URSS que faziam freqüentes incursões em espaço aéreo iraniano. Dos 80 encomendados, 79 F-14 foram entregues juntamente com 270 Phoenix, a última entrega foi cancelada em virtude da Revolução Islâmica no Irã, pois ocasionou o rompimento das relações entre os dois países. Mesmo com grande dificuldade para mantê-los voando, estima-se que a Força Aérea Iraniana possua cerca de 30 aviões em condições de voar. Os F-14 iranianos desempenharam um papel importante na guerra Irã X Iraque, abatendo mais de 30 aviões inimigos.
A Marinha dos Estados Unidos está retirando todos os F-14 de serviço, e em seu lugar, foi substituído pelos
F/A-18E Super Hornet em todos os esquadrões da USN. O principal motivo da retirada de serviço é o elevado custo de manutenção, sendo que para cada hora de vôo gasta-se até 50 horas de manutenção, contra 5 a 10 horas do Super Hornet.

Mais sobre o F-14 "Tomcat"
O F-14 foi descoberto como um bom bombardeiro logo que entrou em serviço. Ele tinha sido projetado como um caça de escolta e ataque mas, quando veio a necessidade ele logo mostrou sua eficiência como bombardeiro e foram feitas algumas adaptações sobre sua nova função.

F-14s em Ficção
- Filme
Top Gun (1986), interpretado por Tom Cruise
- Filme
Final Countdown (1986), Lançado no Brasil com o nome de "o Nimitz Volta do Inferno"

domingo, 20 de setembro de 2009

727-200 a grande ave

B727-200 da Pan Am no aeroporto de Zurich (1985)

Tipo:Avião comercial
Fabricante:Boeing Airplane Company
Primeiro vôo:1 de Fevereiro de 1964
Capacidade:149 passageiros
Comprimento:40,6 metros
Envergadura:32,9 metros
Altura:10,3 metros
Velocidade máxima:890 – 965 Km/h
Peso máximo decolagem:76.818 kg

O Boeing 727 é um trijato produzido pela companhia norte-americana Boeing entre 1963 e 1984, e que na década de 1970 foi o avião comercial mais popular do mundo.
Foi criado para atender aos interesses de três grandes linha aéreas norte-americanas: A American Airlines, que queria um bijato para maior eficiência econômica, a Eastern Air Lines, que solicitou um trijato para seus vôos sobre o Mar do Caribe, e a United Airlines, que necessitava de um quadrijato para operações de pouso e decolagem em aeroportos de elevada altitude. Finalmente, as três companhias decidiram por um trijato.
As versões 727-100 e 727-20 venderam 1.832 aeronaves, o que tornou o avião mais comercializado do mundo até a década de 1990, quando foi superado pela família do 737.
O sucesso do 727 se deu graças à sua capacidade de pousar em pequenas pistas de pouso e decolagem, e de pecorrer médias distâncias.
Seu alcance, na versão -200, facilmente a mais utilizada, é de 2.750 a 4.020 km, velocidade de cruzeiro de 890 a 965 km/h, e teto de 9.100 a 12.200 metros.

Acidentes

Houve vários acidentes com o Boeing 727, sendo que um deles no Brasil. O Voo VASP 168 foi um acidente aéreo que aconteceu em 8 de junho de 1982, quando um Boeing 727 com destino a Fortaleza se chocou contra a Serra da Aratanha, próximo de Pacatuba, Ceará. Todos os 137 passageiros morreram na colisão, sendo esse o quarto maior acidente aéreo da história da aviação brasileira. Outro acidente foi o vôo 182 da PSA(Pacific Southwest Airlines) um Boeing 727-200 que colidiu com um Cessna 172, o vôo 182, com destino a San Diego estava iniciando sua aproximação visual para a pista 27, com tempo bom, para o aeroporto de San Diego quando, repentinamente, um Cessna 172 que havia decolado do campo Montgomery às 08h16 para um vôo de instrução, liberado para vôo rumo ao campo Lindbergh em modo visual a uma altura de aproximadamente 450 metros, mas que estava mais alto, chocando-se contra a asa direita do 727 da PSA. O Boeing entrou em uma curva leve para a direita e continuou desta maneira até cair em um subúrbio da cidade, em plena área residencial, matando todos a bordo e mais pessoas no solo. Os ocupantes do Cessna também morreram na queda da aeronave. 135 pessoas no Boeing 727, 2 no Cessna e mais 7 no Solo morreram, totalizando 144 vitimas fatais. Um dos Acidentes mais graves foi com um Boeing 727-256 da Iberia que se acidentou quando se preparava para pousar no Aeroporto de Sondica em Bilbao na Espanha. O acidente matou 148 pessoas, 141 passageiros e 7 tripulantes. O Acidente que matou mais pessoas foi um 727-264 da companhia Mexicana em 1986, com 167 vítimas fatais.


Operação atual

Vários exemplares do 727 continuam a voar, principalmente por empresas cargueiras. Recentemente a Aerolineas Sudamericanas, da Bolívia, adquiriu duas aeronaves para iniciar suas atividades. Pela configuração de 3 motores, o tipo se torna ideal para operar nas elevadas altitudes do país andino.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Aerportos Brasileiros

Aeroporto de Teresina - Senador Petrônio Portella
Piauí - Brasil





Inaugurado em 30 de setembro de 1967, o Aeroporto de Teresina passou a ser administrado pela Infraero em 3 de fevereiro de 1975. O Aeroporto de Teresina serve o estado do Piauí e parte do Maranhão. Opera vôos regionais e nacionais. está localizado a três quilômetros e meio do centro da cidade, num percurso de aproximadamente dez minutos de carro. Sua altitude é 67 metros acima do nível do mar, e a temperatura média no entorno aeroportuário é de 30,9°C.

Características

Terminal de passageiros: 3.080 m²
Piso: A
Sinalização: S
Sítio aeroportuário
Área: 1.288.105,38 m²
Pátio das aeronaves
Área: 18.500 m²
Terminal de passageiros
Área: 3.080 m²
Estacionamento
Capacidade: 100 vagas
Estacionamento de aeronaves
Número de posições: 4






A pista 02/20 do Aeroporto de Teresina foi construída na década de 60 com dimensões iniciais de 1.800m x 45m, em concreto asfáltico. Em 1978, a pista foi ampliada, passando a ter as dimensões atuais de 2.200m x 45m, com capacidade para receber aeronaves como os Airbus A300 e A320, Boeings 767, 737 e 727 entre outros.


Fonte: Sítios da Infraero e Wikipédia.

domingo, 13 de setembro de 2009

Demonstração de aeromodelismo em Brasília-DF

Um evento de divulgação do aeromodelismo ocorreu em Brasília-DF, no feriadão de 07 de setembro, último.
Experientes pilotos de vários estados compareceram e demonstraram para uma grande platéia, sua perícia na pilotagem e muitas manobras espetaculares.
O evento foi bastante prestigiado, o que demonstra o entusiasmo do público pelo esporte, que vem crescendo bastante em todo o país com a adoção de novas tecnologias adotadas para a pilotagem dos aeromodelos.
O colaborador Cmte André do "Asas do Tocantins" esteve lá e tirou algumas fotos.

MANOBRAS RADICAIS!


acima um rasante de um P-51.

Extra 300, manobra radical.


ESTRUTURA PROFISSIONAL E AEROMODELOS ARROJADOS!


TIETAGEM DOS FÃS COM AS FERAS DO ESPORTE!

Piloto Wiguinho (à esquerda), da equipe Brasília Jet, e Cmte André.


Tal foi a participação de pilotos e público no evento, que o mesmo promete ser repetido nos
próximos meses.
Aguardem mais notícias sobre o evento de Brasília.

Orgazação do evento: Associação Brasiliense de Aeromodelismo, ABRA.