
Fonte: Avião Revue
Dedicado aos aficcionados pelo aeromodelismo e aviação.

Um avião de pequeno porte caiu sobre uma casa, nesta terça-feira (22), no Recife. Somente o piloto estava a bordo. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado a um hospital.
A equipe dos bombeiros esteve no local para controlar um princípio de incêndio. A área permanece isolada. Segundo os bombeiros, a aeronave danificou apenas o telhado do imóvel, que não sofreu abalos na estrutura. O telhado de uma casa vizinha também ficou parcialmente danificado, mas ninguém nas residências ficou ferido.
O avião será retirado por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, que vão analisar as causas do acidente.
raio de ação que permitisse o vôo direto. A empresa aérea SAVA S.A. (Serviços Aéreos do Vale Amazônico), efetuou dois vôos sem escalas entre Frankfurt e Rio de Janeiro (11 horas) no seu velho Boeing 707-321CH ano 1967, prefixo N-707HT, sem problemas (foto ao lado). O vôo foi acompanhado por agentes da Polícia Federal brasileira e transcorreu normalmente, a não ser por um pequeno incidente. Devido ao mal tempo na Alemanha, a aeronave pousou com apenas 10 minutos de combustível em seus tanques e houve a falta de um pacote de cédulas. A aeronave foi cercada, tudo devidamente recontado e por fim, a operação se concluiu corretamente (houve erro na amarração das cédulas, na Alemanha).
A indústria de aviação comercial vai demandar 466.650 pilotos e 596.500 trabalhadores de manutenção, nos próximos 20 anos, para acomodar a forte demanda por aeronaves novas e de substituição, de acordo com a avaliação de previsão da equipe da Boeing . As empresas aéreas precisarão de cerca de 23.300 novos pilotos e 30.000 funcionários de manutenção, por ano, de 2010 até 2029.A previsão da equipe da Boeing é baseada no Current Market Outlook – estudo da Boeing que reúne as perspectivas da aviação para os próximos 20 anos -, amplamente considerado como a análise mais compreensiva e respeitada do mercado de aviação comercial. “Quando você soma todos os números, você rapidamente entende as questões que a indústria vem enfrentando”, disse Roei Ganzarski, chefe de Atendimento ao Cliente, da Boeing Training & Flight Services. “O nosso desafio é adaptar o nosso treinamento para engajar a futura geração de pessoas que irão voar e manter mais de 30.000 aviões que serão entregues até 2029”.
O maior crescimento de pilotos e pessoal de manutenção estará na região da Ásia Pacífico, com a necessidade de 180.600 e 220.000 profissionais respectivamente. Dentro da Ásia, a China vivenciará a maior necessidade de pilotos e trabalhadores de manutenção – 70.600 e 96.400 respectivamente.
A América do Norte irá precisar de 97.350 pilotos e 137.000 profissionais de manutenção. A Europa precisará de 94.800 novos pilotos e 122.000 trabalhadores de manutenção. A África demandará 13.200 pilotos e 15.000 em pessoal dedicado a manutenção. O Oriente Médio precisará de 32.700 novos pilotos e 44,500 funcionários de manutenção. A América Latina precisará de 37.000 pilotos e 44,000 profissionais de manutenção. A Comunidade dos Estados Independentes (CIS) precisará de 11.000 pilotos e 14.000 funcionários para manutenção de suas aeronaves.
“Para acomodar essa crescente demanda, será vital conciliar o treinamento com os estilos de aprendizado dos estudantes que virão”, disse Ganzarski. Durante o recente Simpósio de Treinamento de Aviação da Ásia-Pacífico, que aconteceu em Kuala Lumpur, Ganzarski reforçou a necessidade de mudanças nas metodologias atuais de treinamento. “Como indústria, precisamos nos adaptar aos estilos de aprendizado de amanhã – com pilotos e mecânicos muito mais familiarizados com novas tecnologias – e garantindo que o treinamento seja globalmente acessível e adaptável às necessidades individuais e de acordo com a capacidade de absorção de cada um.
