terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Monomotor cai em Recife

(Foto: Chico Porto/JC Imagem/AE)

Um avião de pequeno porte caiu sobre uma casa, nesta terça-feira (22), no Recife. Somente o piloto estava a bordo. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado a um hospital.

A equipe dos bombeiros esteve no local para controlar um princípio de incêndio. A área permanece isolada. Segundo os bombeiros, a aeronave danificou apenas o telhado do imóvel, que não sofreu abalos na estrutura. O telhado de uma casa vizinha também ficou parcialmente danificado, mas ninguém nas residências ficou ferido.

O avião será retirado por técnicos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, que vão analisar as causas do acidente.

Fonte: G1

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Um Pouco de História


Em 1994, quando o governo federal definiu o lançamento da nova moeda, o "Real", as primeiras cédulas foram fabricadas na República Federal da Alemanha e havia a necessidade do transporte dessas cédulas para o Brasil, diretamente para a cidade do Rio de Janeiro, sem escalas, por medida de segurança.

A maioria das empresas recusou o serviço, temendo pela falta de segurança ou pela indisponibilidade de equipamento com raio de ação que permitisse o vôo direto. A empresa aérea SAVA S.A. (Serviços Aéreos do Vale Amazônico), efetuou dois vôos sem escalas entre Frankfurt e Rio de Janeiro (11 horas) no seu velho Boeing 707-321CH ano 1967, prefixo N-707HT, sem problemas (foto ao lado).

O vôo foi acompanhado por agentes da Polícia Federal brasileira e transcorreu normalmente, a não ser por um pequeno incidente. Devido ao mal tempo na Alemanha, a aeronave pousou com apenas 10 minutos de combustível em seus tanques e houve a falta de um pacote de cédulas. A aeronave foi cercada, tudo devidamente recontado e por fim, a operação se concluiu corretamente (houve erro na amarração das cédulas, na Alemanha).

Boeing estima a necessidade de mais de 1 milhão de pilotos e pessoal de manutenção para os próximos 20 anos

A indústria de aviação comercial vai demandar 466.650 pilotos e 596.500 trabalhadores de manutenção, nos próximos 20 anos, para acomodar a forte demanda por aeronaves novas e de substituição, de acordo com a avaliação de previsão da equipe da Boeing . As empresas aéreas precisarão de cerca de 23.300 novos pilotos e 30.000 funcionários de manutenção, por ano, de 2010 até 2029.

A previsão da equipe da Boeing é baseada no Current Market Outlook – estudo da Boeing que reúne as perspectivas da aviação para os próximos 20 anos -, amplamente considerado como a análise mais compreensiva e respeitada do mercado de aviação comercial. “Quando você soma todos os números, você rapidamente entende as questões que a indústria vem enfrentando”, disse Roei Ganzarski, chefe de Atendimento ao Cliente, da Boeing Training & Flight Services. “O nosso desafio é adaptar o nosso treinamento para engajar a futura geração de pessoas que irão voar e manter mais de 30.000 aviões que serão entregues até 2029”.

O maior crescimento de pilotos e pessoal de manutenção estará na região da Ásia Pacífico, com a necessidade de 180.600 e 220.000 profissionais respectivamente. Dentro da Ásia, a China vivenciará a maior necessidade de pilotos e trabalhadores de manutenção – 70.600 e 96.400 respectivamente.

A América do Norte irá precisar de 97.350 pilotos e 137.000 profissionais de manutenção. A Europa precisará de 94.800 novos pilotos e 122.000 trabalhadores de manutenção. A África demandará 13.200 pilotos e 15.000 em pessoal dedicado a manutenção. O Oriente Médio precisará de 32.700 novos pilotos e 44,500 funcionários de manutenção. A América Latina precisará de 37.000 pilotos e 44,000 profissionais de manutenção. A Comunidade dos Estados Independentes (CIS) precisará de 11.000 pilotos e 14.000 funcionários para manutenção de suas aeronaves.

“Para acomodar essa crescente demanda, será vital conciliar o treinamento com os estilos de aprendizado dos estudantes que virão”, disse Ganzarski. Durante o recente Simpósio de Treinamento de Aviação da Ásia-Pacífico, que aconteceu em Kuala Lumpur, Ganzarski reforçou a necessidade de mudanças nas metodologias atuais de treinamento. “Como indústria, precisamos nos adaptar aos estilos de aprendizado de amanhã – com pilotos e mecânicos muito mais familiarizados com novas tecnologias – e garantindo que o treinamento seja globalmente acessível e adaptável às necessidades individuais e de acordo com a capacidade de absorção de cada um.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

FAB Recebe Lineage 1000


O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica informou que começou a operar no Grupo de Transporte Especial (GTE) da FAB, uma aeronave Lineage 1000, fabricada pela Embraer. O avião será utilizado temporariamente em missões de apoio à Presidência da República. O jato permanecerá em operação para substituir os dois Embraer 190 que passarão nos próximos meses, cada um a seu tempo, por manutenção programada. Essa operação não acarretará novos custos financeiros para o Comando da Aeronáutica. A entrega antecipada do equipamento ao GTE visa a familiarizar as tripulações ao novo avião, que atinge a velocidade de 890 Km/h, com alcance máximo de 8.300 Km.

VOLTANDO DE FÉRIAS...

...Depois de bastante tempo em solo, "Asas do Tocantins" decola novamente pra levar informações e curiosidades pro mundo.
Veo conosco!

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dilma Diz que Compra de Caças para FAB fica para 2012

Por conta da situação fiscal preocupante e de dúvidas sobre a melhor opção, a presidente Dilma Rousseff definiu que a compra dos novos caças da FAB pode até ser decidida no fim deste ano, mas qualquer gasto só será feito a partir de 2012.

Com um corte em estudo que deve superar os R$ 40 bilhões no Orçamento e o trauma gerado pela tragédia no Rio, seria politicamente difícil para o governo decidir por um negócio tão caro neste momento em que o discurso é de austeridade.

A compra dos 36 aviões de combate não sairá por menos de R$ 10 bilhões. Será financiado, mas requer uma parcela imediata. Dilma também já havia decidido colher mais informações. O antecessor, Lula, havia concentrado o processo nas mãos do ministro Nelson Jobim (Defesa).

Além de ter feito questão de uma conversa a sós com o comandante Juniti Saito (Aeronáutica), ela também entre gou documentos ao ministro do Desenvolvimento, seu amigo Fernando Pimentel.

Dilma quer ouvir setores fora do governo, principalmente a Embraer, e criar um grupo interministerial que examine a questão, reanalisando os argumentos da FAB (pró-Gripen sueco) e da Defesa (pró-Rafale francês).

A negociação de preço provavelmente só ocorrerá após a escolha de um dos três concorrentes --o terceiro é o F/A-18 dos EUA-- e não há hoje a possibilidade de reabertura do negócio a outros concorrentes.

O adiamento confirma a enfraquecida posição do francês Dassault Rafale, preferido de Lula e de Jobim.

Mais caro dos aviões oferecidos e o último na preferência da FAB, ele sairia por US$ 8 bilhões (R$ 13,3 bilhões ontem), mas Jobim diz ter conseguido abater US$ 2 bilhões (R$ 3,3 bilhões) do valor.

Crescem, por consequência, as chances da opção mais barata, que era a escolhida pela avaliação técnica da FAB, o sueco Saab Gripen --cujo pacote custa US$ 6 bilhões (R$ 10 bilhões).

E um reforçado lobby norte-americano recolocou no páreo o Boeing F/A-18, cuja venda com armas e logística foi ofertada por US$ 7,7 bilhões (R$ 12,9 bilhões).

Dilma ouviu o lobby pessoalmente do senador John McCain, na semana passada. Disse a ele que o avião seria considerado, se houvesse uma manifestação explícita do Congresso americano de que não haveria veto à transferência de tecnologia de componentes do caça.

Até aqui, argumenta, a garantia é do governo dos Estados Unidos.

O senador americano disse que conseguirá uma carta com manifestação do Congresso americano. A instituição já aprovou a proposta da Boeing, mas pode haver vetos no futuro.

O maior derrotado no processo, contudo, é Jobim, que buscava uma decisão rápida. Ele defende a consonância com a parceria já estabelecida com a França, que vendeu submarinos e helicópteros por mais de R$ 20 bilhões no ano retrasado.

sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz 2011...

"...muita saúde, paz e voos, muitos voos. Porque voar é preciso"